Litoral de Santa Catarina é o que tem mais pontos com certificação Bandeira Azul no Brasil

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Santa Catarina é o estado com maior número de pontos aprovados no programa Bandeira Azul, importante reconhecimento internacional de certificação ambiental para praias e marinas. Dos nove pontos aprovados no Brasil para a temporada 2016 / 2017, quatro estão no litoral catarinense: a Praia de Palmas, em Governador Celso Ramos (SC) e a Lagoa do Peri, em Florianópolis, que tiveram a certificação renovada além da Praia Grande, também em Governador Celso Ramos, e o Iate Clube de Santa Catarina, na Capital, que farão sua primeira temporada. A entrega das certificações será em novembro.

O programa Bandeira Azul faz certificações em três categorias com critérios bastante rígidos de proteção do ambiente marinho e costeiro em todo o planeta. As categorias são praias, marinas e embarcações de turismo e têm como base quatro pontos fundamentais: qualidade da água, segurança, gestão e educação ambiental. Este ano é a primeira vez que uma marina catarinense recebe o certificado.

Se para aprovar uma praia são avaliados quesitos como balneabilidade, guarda-vidas e recipientes adequados para lixo, entre outros, para marinas os quesitos se baseiam na qualidade visual da água.

—Marinas são para circulação de barcos, não é área para banho até mesmo pelos riscos de acidente. O que é avaliado é se há algo que possa prejudicar a água, se há sujeira ou óleo etc — diz a coordenadora nacional da Bandeira Azul, Leana Bernardi.

O Iate Clube de Santa Catarina, fundado há 74 anos, teve apenas a sede do Centro de Florianópolis aprovada — a outra sede fica no bairro Jurerê. No local circulam aproximadamente 450 embarcações.

— Temos outras certificações e licenças ambientais. A Bandeira Azul é criteriosa em relação ao contato da água com combustíveis e derivados de petróleo. Outro ponto é o esgoto. Todas as embarcações são como casas flutuantes, e o esgoto de cada uma deve ser tratado e não jogado no mar  — afirma Pedro Springmann, diretor de meio ambiente do clube.

Este ano é a primeira vez que o programa incluiu a categoria embarcações de turismo, mas o Brasil ainda não teve nenhuma certificação.

Programa está em 49 países e certifica com a Bandeira Azul pontos dentro de três categorias: praias, marinas e embarcações de turismo. Todos os lugares devem atender os mesmo critérios básicos. No Brasil, ainda não há certificação para embarcações.

Guarda do Embaú Pico busca título de proteção

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Desde julho de 2013, a Guarda do Embaú é a única praia do Brasil a concorrer ao título de Reserva Mundial de Surfe. A iniciativa é da ASPG (Associação de Surfe e Preservação da Guarda do Embaú), que inscreveu a praia junto ao Save the Waves Coalition, com sede na Califórnia (EUA), para inclusão da onda entre aquelas que desejam concorrer à certificação, em um programa que existe desde 2009 e tem como parceiros a ISA (International Surfing Association), a NSR (National Surfing Reserves Australia) e a CREST (Center for ResponsibleTravel), de Stanford, nos Estados Unidos.

Conforme a mensagem do Comitê Especial da ASPG, que produziu o projeto este ano, comparando a primeira inscrição para a candidatura da Guarda do Embaú, com essa, em 2016, é possível ver claramente o nível de apoio aumentando ano a ano, não só por parte da comunidade local, mas também de diversas instituições do estado de Santa Catarina e por personalidades dos mais variados segmentos.

“A aplicação da ASPG está extremamente bem feita”, disse Nik Strong, diretor executivo da Save the Waves Coalition, responsável pela inscrição do pico brasileiro. De acordo com Nik,  a escolha da nona Reserva Mundial de Surf será feita no final de outubro ou início de novembro deste ano.

Em 2015, a Guarda ficou entre as três praias finalistas para receber o título de oitava Reserva Mundial de Surfe (RMS), juntamente com Noosa e Gold Coast, na Austrália. Esta última acabou sendo a escolhida.

Localizada ao sul do município de Palhoça, distante cerca de 50 km de Florianópolis (SC), a Guarda do Embaú é um vilarejo inserido no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, ponto privilegiado da Mata Atlântica. É considerado é um dos locais mais belos do mundo, ficando entre um costão que avança mar adentro e uma ponta de areia recortada pelo Rio da Madre. Esta característica faz com que ondas de excelente qualidade quebrem na boca do rio e em sua orla, atraindo a atenção dos surfistas do país e do mundo.

E foi pensando na continuidade destas características para as futuras gerações, principalmente no quesito “ondas de excelência”, que a ASPG, com 29 anos de atividades, fez o pedido, cuja escolha é realizada anualmente. Desde então, a ASPG intensificou suas ações para obter apoio e divulgar a ideia, pois sua diretoria entende que a iniciativa visa criar ferramentas para educar, conscientizar e auxiliar a gestão pública desses lugares considerados especiais como a Guarda do Embaú, além de fornecer instrumentos às comunidades locais para proteger as ondas e o seu entorno, buscando alertar as pessoas sobre a necessidade de projetos que visam o Turismo com sustentabilidade e responsabilidade.

Reservas pelo mundo – Oito RMS (Reservas Mundiais de Surfe) já foram consagradas no planeta: Santa Cruz e Malibu, nos Estados Unidos, Baía de Todos os Santos, no México, Ericeira, em Portugal, Huanchaco, no Peru, Manly Beach e Gold Coast, na Austrália, e Punta Lobos, no Chile, sendo incluídas em um modelo global de preservação das ondas, zonas de surfe e ecossistemas.

Todas foram avaliadas e escolhidas com base em quatro critérios: qualidade da onda, características ambientais, cultura e história e apoio da comunidade.

Tendência no mundo todo, hortas comunitárias estimulam cooperação entre vizinhos em Florianópolis

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Alface, couve, rabanete, beterraba, tomate, morango, flores comestíveis, milho, maracujá, ervas medicinais e tudo mais que for possível. Toda semente é bem vinda na horta orgânica comunitária do Pacuca, no Campeche, em Florianópolis, uma iniciativa do bairro que está mostrando que a união entre a comunidade, conselho comunitário e poder público de forma voluntária pode dar certo.

A semente inicial foi jogada em maio de 2015, e pouco tempo depois germinou. Centenas de voluntários chegaram para participar da horta coletiva, cada um colaborando com um pouco do seu saber e muita boa vontade. Em formato de campo de aviação, em um terreno na Rua Pequeno Príncipe, tão simbólico para o bairro, a comunidade já entendeu que a horta provém mais do que frutas, legumes e hortaliças: promove aprendizado, integração, amizade, saúde e cooperação.

Para quem participa, é mais do que ter alimentos saudáveis do lado de casa: funciona como terapia. A representante comercial Bianca Pulice, 34 anos, faz parte do Grupo Quintais de Floripa, um dos idealizadores da horta, e bate ponto toda semana no local. Natural de São Paulo, ela está morando em Florianópolis desde fevereiro, e assim que soube resolveu participar:

— Sou entusiasta da agroecologia, acho importante que todos saibam o valor de plantar o alimento. Por meio da horta foi que consegui expressar minha vontade de cuidar do mundo. A horta comunitária é uma construção diária, a gente aprende a se relacionar, faz amizades. A última coisa é a colheita — relata.

O composto inicial e o cepilho (podas urbanas trituradas) foram doados pela Comcap, mas desde dezembro os próprios resíduos orgânicos (restos de comida, cascas) que são entregues pela comunidade vão para a compostagem e são processados no local por Eduardo Elias Rodrigues, da Destino Certo, transformando o que era lixo em adubo fértil para florescer alimento, remédio e vida, fechando o ciclo da matéria orgânica.

Com o trabalho diário com as enxadas, pás, plantando e colhendo, os voluntários vão aprendendo os conceitos de permacultura e sintropia (veja no box). O terreno, que antes era um espaço de descarte de lixo irregular, vai se tornando modelo para outros bairros. Somente na região do Campeche, já são quatro hortas comunitárias:

— Fizemos uma capacitação para o grupo aprender algumas técnicas e hoje temos um zelador permacultor, que é um senhor aposentado, pois a horta exige cuidados diários. Todos que participam podem colher, sem nenhum custo, e isso vai gerando uma mudança na comunidade. Atualmente já conseguimos processar 10 toneladas de lixo orgânico por mês, muita gente vem aqui entregar o seu baldinho. Nossa meta é chegar a 250 famílias .

Hang Loose Pro Contest de volta a Floripa

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Trinta anos depois de marcar a história do surfe brasileiro, o Hang Loose Pro Contest está de volta a Florianópolis (SC).

Entre os dias 1º e 6 de novembro deste ano, o QS6.000 vai agitar a praia da Joaquina antes da temporada havaiana, colocando em jogo preciosos pontos no ranking do Qualifying Series 2016.

Será o terceiro ano consecutivo que Santa Catarina vai sediar uma etapa do QS. Em 2014, quando a WSL ainda tinha o nome de ASP, uma etapa com nível 6 estrelas foi disputada na Joaquina e o cearense Michael Rodrigues ficou com o título.

No ano passado, no ano de estreia da WSL, a prova foi para a praia do Santinho, cenário de uma bela vitória do paulista Deivid Silva no QS6.000.

Circuito Catarinense de Surf Máster 2016 estreia em Julho

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Circuito Catarinense de Surf Máster 2016 estreia em Julho

O Banana Wax The Legends 2016 vai reunir a experiência da galera das antigas numa grande e divertida competição pelas praias catarinenses

A Fecasurf – Federação Catarinense de Surf juntamente com o promotor de eventos Fred Leite, confirmaram na última semana a realização da primeira edição do Banana Wax The Legends 2016 apresentado pela Passos Automóveis e Proside, que será válida pelo inédito Circuito Catarinense de Surf Máster.

Está nova competição busca reunir ídolos e lendas do surfe catarinense numa divertida e competitiva disputa, dividida nas categorias Open (aberta), Máster (acima de 35 anos), Gran Máster (acima de 40 anos), Kahuna (acima de 45 anos) e Gran Kahuna (acima de 50 anos). Para os melhores colocados de cada categoria uma premiação irada com Pranchas, Óculos e Kits de Surfe.

O Circuito Catarinense de Surf Máster 2016 terá três etapas pelo litoral do estado, distribuindo 1.000 pontos por etapa, e a primeira etapa já está marcada para os dias 16 e 17 de Julho na preservada Praia Mole, em Florianópolis.

“Essa é mais uma oportunidade de podermos reunir renomados surfistas do estado numa grande confraternização, celebrando o surfe, a natureza e a amizade dessa galera que ajudou a construir o surfe catarinense”, declarou Fred Leite, Promotor e idealizador do evento.

“Estamos trabalhando bastante para manter o surfe catarinense em ascensão. Apesar desta crise e das dificuldades por qual passa nosso país, estamos focados em desenvolver novos projetos, buscando agregar todas as categorias do deste esporte”, afirmou Reiginaldo Ferreira, Presidente da Fecasurf.

As inscrições para esta primeira etapa do Banana Wax The Legends 2016 já estão abertas e as vagas são limitadas. O valor é R$ 80,00 e deve ser feita somente através de deposito bancário para a Fecasurf no Banco do Brasil, agência 5.201-9, conta corrente 844.759-4.

Florianópolis sedia primeira etapa do Vans PS Park Series no Brasil

[UNSET]

Os 5 melhores colocados no sistema de Qualificatórias Globais vão competir com 15 atletas exclusivos da elite do PS Park Series pelo título de Campeão Mundial em Malmo, na Suécia.

A Vans apresenta o primeiro campeonato mundial de “Park” nas categorias Masculina e Feminina e o Brasil sediará uma das etapas. A Vans anunciou hoje a formação do primeiro campeonato mundial da categoria “Park” com a Vans Pro Skate (PS) Park Series.

Apresentando uma seleção internacional de profissionais do skate, com um prêmio total que ultrapassa a casa de meio-milhão de dólares, a primeira edição do Vans PS Park Series estabelece os pontos principais do sistema de ranqueamento de atletas de bowl nas categorias masculino e feminino. A temporada de 2016 da Vans PS Park Series é formada por quatro etapas Qualificatórias Masculinas e uma Qualificatória Global Feminina, ocorrendo em um período de 5 meses em 4 continentes, finalizando com a Vans PS Park Series World Championship.

Os 5 melhores colocados no sistema de Qualificatórias Globais vão competir com 15 atletas exclusivos da elite do PS Park Series pelo título de Campeão Mundial em Malmo, na Suécia, em 20 de Agosto. Os 15 atletas exclusivos da PS Park Series também participam de cada uma das Qualificatórias Globais, a participação da Final no Vans PS Park Series World Championship é determinada pela participação mínima de 3 etapas Qualificatórias.

Park é a categoria do skate que cresce mais rapidamente dentro do mundo competitivo, sendo definido de forma única pela Vans PS Park Series como uma estrutura de transição em concreto, de 1,5m até 3m de profundidade e sendo distinguidas pelas suas características, como spines, cantoneiras, extensões, escadas, paredes verticais, mudanças na elevação, gaps e transfers, variações em áreas de grind, etc. Com a criação da Vans PS Park Series, a Vans busca divulgar e fomentar a participação e promoção da cultura do skate e a categoria park ao redor do mundo.

A nova pista PS Park Series em Malmo será deixada como um legado à comunidade da cidade, sendo doada pela Vans, como um suporte progressista ao skate que os jovens skaters da cidade divulgam através de programas e atividades.

“Nosso objetivo ao criar a Vans PS Park Series é definir e elevar a categoria park no skate ao mesmo tempo que promove uma plataforma globalmente reconhecida para os profissionais homens e mulheres.” – Justin Regan, Vans Skateboarding ”

“Esse ano marca os 50 anos da Vans, ao promover o Vans PS Park Series em 2016 nós reforçamos nosso comprometimento em elevar a progressão no skate para homens e mulheres e fomentar novas e inovadoras plataformas globais para a expressão criativa.” – Steve Van Doren, Vans VP de Eventos e Promoções

Meia Maratona de Florianópolis 2016

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As inscrições já estão abertas para uma das mais belas maratonas do Brasil: a Meia Maratona de Floripa. Tive a oportunidade de participar da primeira edição da prova, e foi demais! O percurso é emocionante, sai da beira-mar continental, passa por cima da ponte e vai até a beira-mar norte, na ilha. A época, porém, não é das melhores. Faz frio e costuma chover, o que prejudica bastante o espetáculo. Fica uma sugestão aos organizadores: que tal rever a data para as próximas edições?

Data da prova: 12 de Junho de 2016

Local da prova: Beira Mar Continental (Balneário Estreito)

Percurso: 21Km, 10km e 5Km

Horário de largada: 7h00

Quem mora com vista para o mar é menos estressado, aponta estudo

 

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O sonho de morar em um lugar com vista para o mar ganhou mais um bom argumento: cientistas comprovaram que residentes de lugares com vista para água são menos estressados. Um estudo feito na Universidade do Estado de Michigan (MSU), nos Estados Unidos, foi o primeiro a encontrar ligação entre saúde e visibilidade da água. Eles chamaram esse grupo de “espaço azul”.

– O espaço azul está significativamente associado a níveis mais baixos de estresse psicológico – explicou Âmbar Pearson, coautor da pesquisa, professor de Geografia da Saúde e membro da Rede de Ciência da Água da MSU.

O estudo também levou em conta fatores como riqueza, idade, sexo e local em que as pessoas pesquisadas moravam. A conclusão foi que o único quesito que pode ser associado a melhoria da saúde mental foi o endereço dos sujeitos.

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Os pesquisadores também avaliaram as emoções e a saúde de quem vive em locais mais próximos à natureza, com muitas árvores, mas sem vista para água. Esse grupo foi chamado de “espaço verde”. No entanto, Person afirmou que esse espaço não teve o mesmo efeito calmante que o “azul”.

– Pode ser porque, em geral, locais com vista para água são mais naturais e, mesmo com muitas árvores, os espaços verdes incluem áreas criadas pelo homem, como parques infantis e campos desportivos. Talvez, se observássemos pessoas que vivem em regiões de florestas nativas, encontraríamos um resultado diferente – disse Person.

O estudo foi publicado na edição de maio da revista científica Health & Place.

Exposição do arquiteto catalão Antoni Gaudí no Masc

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Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (Masc)

Endereço: Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica
Quanto: Gratuito

Após o sucesso da maior exposição no Brasil de Joan Miró (1893 – 1983), “A Força da Matéria”, no ano passado, a Arteris e o Instituto Tomie Ohtake trazem a Florianópolis a mostra do arquiteto Antoni Gaudí (1852 – 1926), um dos símbolos do modernismo catalão e conhecido por diversos edifícios históricos de Barcelona e outras cidades espanholas. A exposição irá trazer desenhos, maquetes originais, esculturas e até móveis concebidos pelo arquiteto.

A data da exposição ainda não está definida, mas já foi confirmada para segundo semestre de 2016 no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), no Centro Integrado de Cultura (CIC). Em 2015, o espaço recebeu a exposição de Miró, maior já realizada no museu. Cerca de 70 mil pessoas visitaram a mostra do artista espanhol.

Conhecido por inspirar-se nas formas e movimentos da natureza, Gaudí quebrou paradigmas ao criar um novo tipo de arquitetura, definida como naturalista e fundamentada na utilização dos materiais até o limite da resistência. Ele buscava a funcionalidade nas obras, mas encontrava a beleza.

O catalão tinha um método de trabalho incomum para a época: modelos tridimensionais em escala moldados pela gravidade e a técnica catalã tradicional do trencadis, que consiste de usar peças cerâmicas quebradas para compor superfícies.

Dentre as obras mais famosas está o templo cristão A Sagrada Família, em Barcelona. Ele assumiu a obra em 1883, aos 31 anos de idade, e dedicou-se a ela até o final da vida. A igreja é considerada uma obra prima da arquitetura. Tem cinco naves, com cruzeiro de três que foram uma cruz latina. Ainda está em construção e quando estiver concluída terá 18 torres.

Antoni Plàcid Guillem Gaudí Cornet nasceu na província de Tarragona, na Catalunha. Ainda criança teve problemas reumáticos que o acompanharam durante toda a vida. O pai precisou vender imóveis da família para pagar os estudos do futuro arquiteto e Gaudí trabalhou com alguns mestres de obras em Barcelona quando era estudante. Chegou ao auge da fama aos 58 anos. O espanhol morreu atropelado, aos 74 anos.

Pesca da tainha chega a 5,6 toneladas nas primeiras horas de safra em SC

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Expectativa da Federação Catarinense de Pescadores é chegar a 1,8 mil t.

Só em Criciúma, no Sul do estado, pesca chegou a 1 tonelada no domingo.

A safra da tainha teve início no domingo (1º) no litoral de Santa Catarina. Com pouco mais de 24 horas de trabalho, a Federação Catarinense de Pescadores divulgou que 5,6 toneladas do peixe foram capturados no estado. A expectativa da entidade é chegar as 1,8 mil toneladas

Em 2015, Santa Catarina, atingiu ao fim da safra 1,4 mil toneladas de tainha pescada e a expectativa para a safra 2016 é superar esta marca. “Estamos com uma meta inicial de 1,8 mil toneladas, já que a largada foi tão promissora. Só no Sul do estado, por exemplo, tivemos 1 tonelada de tainha pescada”, disse o presidente.
Conforme a federação, o pico da safra costuma ser sempre ao final de maio. Na manhã desta segunda-feira (2), pescadores da Barra da Lagoa em Florianópolis informaram a RBS TV de que haviam coletado 2,6 toneladas do peixe.

Ainda de acordo com a federação, nas 5,6 toneladas pescadas até a manhã desta segunda (2), estão somados os valores de Garopaba e Imbituba, no Sul do estado, Campeche, Barra da Lagoa, Ingleses e Lagoinha, em Florianópolis.